sexta-feira, 24 de setembro de 2010

NAO ME DEIXE SO ..................

Não me deixe só


Eu tenho medo do escuro

Eu tenho medo do inseguro

Dos fantasmas da minha voz (2x)



Não me deixe só

Tenho desejos maiores

Eu quero beijos intermináveis

Até que os olhos mudem de cor



Não me deixe só

Eu tenho medo do escuro

Eu tenho medo do inseguro

Dos fantasmas da minha voz



Não me deixe só

Que o meu destino é raro

Eu não preciso que seja caro

Quero gosto sincero do amor



Fique mais, que eu gostei de ter você

Não vou mais querer ninguém

Agora que sei quem me faz bem



Não me deixe só

Que eu saio na capoeira

Sou perigosa, sou macumbeira

Eu sou de paz, eu sou do bem mas



Não me deixe só

Eu tenho medo do escuro

Eu tenho medo do inseguro

Dos fantasmas da minha voz (2x)



Ah ah.ah ah ah ah ah aah

Ah ah.ah ah ah ah ah aah

Ah ah.ah ah ah ah ah aah



Fique mais, que eu gostei de ter você

Não vou mais querer ninguém

Agora que sei quem me faz bem



Não me deixe só

Que eu saio na capoeira

Sou perigosa, sou macumbeira

Eu sou de paz, eu sou do bem mas



Não me deixe só

Eu tenho medo do escuro



Dos fantasmas da minha voz




Ah ah.ah ah ah ah ah aah

Ah ah.ah ah ah ah ah aah

Ah ah.ah ah ah ah ah aah

VALENTINNA O INICIO ...........


ORIUMDA DE SANTO AMARO DA  PURIFICAÇAO , FILHA DE PAIS JOVENS E COMUNS , POREM PARANOICOS E LIVRES SEM SE PRECUPAR COM O FUTURO AINDA PROXIMO .  COCEBIDA PELO RIO  SUBAE  NASCIDA DAS AGUAS  VALENTINNA TRANSBORDA ESSENCIAIS EM ESTADO DE ESCTASE  , AMANTE SA MUSICA E DO  AMOR  VALENTINNA OLHAR E ESCUTA O BARULHO INFERNAL DESE MUNDO TORTO DE UMA FORMA PARTICULAR , TENTOU SER RELIGIOSA COM A SUA AVO PATERNA UMA BOA VELHA QUE TENTOU TE GUIAR PRO BOM CAMINHO  , POREM NAO DEU MUITO CETO , NAO QUE ELA SIGAR UM MAU CAMINHO  ENFIM.... SE CRIOU LONGE DA MAE  E FORA DO ALCANCE DA FAMILIA  , AFINAL NIMGUEM TE SEGURA ( DESTIMIDA , PROVOUCADOURA , OUSADA , ARTISTA , CANTORA , ALEGRE ,  GAY  ATRAS DAQUELA MOITA ASSANADA DENAIS ELA AINDA ESCUTA SUA AVO TE CHAMAR VALENTINNA PRA DENTRO )
Faço qualquer negócio pra te ver na avenida ou no show


Grudo no pé, dou bandeira, fico de bobeira só pra te ver passar

Teu olhar iluminado, meu coração disparado...

Se o teu olhar de repente cruzar com o meu olhar envergonhado...

Olá, eu sou sua fã

A número 1, sou sua fã

Não durmo direito, não como, não bebo... só vivo de te ver passar

Você realiza o meu sonho, é a minha razão de sonhar!!!

Olá, eu sou sua fã

A número 1, sou sua fã

Não durmo direito, não como, não bebo... só vivo de te ver passar

Você realiza o meu sonho, é a minha razão de sonhar!!!

Mando carta perfumada, fico na torcida pra você me responder

Quero contar meus segredos e ganhar um beijo, um sorriso, um retrato, uma mão...

Não me canso de dizer o que sinto por você...

Você é tão maravilhosa... que Deus ilumine a estrela que és!!!

Olá, eu sou sua fã

A número 1, sou sua fã

Não durmo direito, não como, não bebo... só vivo de te ver passar

Você realiza o meu sonho, é a minha razão de sonhar!!! Olá, eu sou sua fã

A número 1, sou sua fã

Não durmo direito, não como, não bebo... só vivo de te ver passar

Você realiza o meu sonho, é a minha razão de sonhar!!!




 



 




sábado, 11 de setembro de 2010

EU QUERO SER MUITO famo$A , (RISOS).


Eu quero ser muito famosa,


E ter o seu amor

Mas quero sentar no sofá do Jô

Eu quero casar com você e

Estar na TV

Faturar milhões no BBB



[Refrão]

Sempre que eu vou me deitar

Eu vejo o meu nome brilhar

Mas sinto que se estou com você

Eu tenho paz

E o que eu vou fazer

Se eu quero muito mais?






[Refrão]



Oh oh, oh oh eu quero muito mais [2x]










Eu quero ser muito famosa

E usar apenas Louboutin

Ter no Twitter um milhão de fãs

Eu quero um carrão blindado

E você do lado

Quero selinho da Hebe Camargo



[Refrão]



Oh oh, oh oh eu quero muito mais [2x]



Eu quero ser muito famosa

E ter o seu amor...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

LEVANTANDO A BANDEIRA DO ORGULHO GAY , É ISSO .


SER GAY  ASSUMIDO  NAO É FACIL , AFINAL VIVEMOS EM UMA SOCIEDADE  CHEIA DE  PRECOICEITO , NAO É MESMO ,ENFENTAR A FAMILIA AINDA É UNS DOS PIORES PESADELOS QUE  UM GAY PODE ENFERTAR  ,MAIS EU MUITO ENTENDEDOR DO ASSUNTO  VOU LHE DA UMAS  DIGA  ,                                                                                         PRIMEIRA DICA ,  A FAMILIA  É  MUITO IMPORTANTE   SE VC SE SENTIR  AVONTADE  CONVERSE  SOM ALGUEM DE COMFIANÇA , MAIS EU ACREDITO QUE  NIMGUEM  PRECISAR  SABER  O QUE  VC FAZ EM QUATRO PAREDES  , ISSO É UMA COISA INTIMA .  SEGUNDA  DICA ,  SE  A FAMILIA  ACEITOU NUMA BOA  É OTIMO , SE JOGUE  NA NOITE   E SE DIVIRTA  A FINAL A VIDA É UMA SO  , OU SE VC ACREDITA  EM RECARNAÇAO TALVEZ VC NAO VENHA UMA BICHA LOUCA   (RISOS)                                                  ULTIMA  E MAIS   IMPORTANTE  DICA , SE FOR  FAZER  AQUELA BEISTERINHA  USE CAMINSINHA    .

GAYS E LÉSBICA ; VOZES DA SOCIDADE CONTENPORANEA (CONTOS NADA DISSO É VERIDICO)

SULLIVAN ( POSUIDO POR  VALENTTINA )

MATRAGA 12, 1999

Em 28 de junho de 1969, o bar The Stonewall Inn, localizado no Greenwich Village, Nova

Iorque, foi invadido pela polícia, como era de rotina. Naquele dia, entretanto, houve luta, ao

invés da habitual atitude de submissão por parte dos gays e lésbicas. O protesto popular

decorrente desse confronto durou cinco dias e mudou, de forma definitiva, a atitude dessas

minorias perante a sociedade norte-americana. O incidente de Stonewall, ou como é conhecido

em inglês, the Stonewall riots, passou para a história como o início do movimento social

dessas minorias por seus direitos. Na literatura, sua marca também foi relevante, já que se

transformou no divisor da literatura norte-americana gay e lésbica.

Este artigo visa a abordar a produção ficcional post-Stonewall, ressaltando a contribuição da

literatura dessas minorias para discutir questões culturais contemporâneas. Três temas serão

tratados neste artigo: a família, a AIDS, e a monogamia, respectivamente, através dos contos

“The Cinderella Waltz” de Ann Beattie, e “The Times as It Knows Us” de Allen Barnett, e da

história em quadrinhos ”Serial Monogamy” de Alison Bechdel.

O primeiro conto a ser discutido é assinado por um nome que se destaca na produção ficcional

norte-americana contemporânea. Ann Beattie retrata em seus livros e contosii[ii] questões

culturais relativas à chamada baby-boom generation, tais como drogas, relações familiares, o

confllito cidade/campo, entre outras. Em “The Cinderella Waltz”, Beattie privilegia as relações

familiares conturbadas por um casamento desfeito não por uma outra mulher mas sim por um

gay. A ex-mulher é quem detém o foco narrativo, o que torna o conto interessante por tratar

da problemática gay vista pelo olhar de uma mulher heterossexual. Devo destacar aqui que

esse conto faz parte da antologia The Penguin Book of Gay Short Storiesiii[iii] editada por

David Leavitt, uma das vozes mais consagradas da literatura gay post-Stonewall. Para o editor

da antologia, o conceito de literatura gay não se restringe apenas a textos escritos por e para

mas, principalmente, sobre gays.

O conto de Beattie enfoca personagens da classe média norte-americana: Milo, o ex-marido é

arquiteto, a mulher faz ocasionalmente free lance em arte para revistas e Bradley, o amante,

trabalha em uma agência de propaganda. Assim como a narrativa revela, gradualmente,

acontecimentos envolvendo as personagens, a narradora/personagem também desvela,

lentamente, suas próprias emoções em relação ao abandono e posterior envolvimento com a

problemática gay. No entanto, a dificuldade de relacionamento não reside entre a ex-mulher e

o amante do marido mas sim entre ela e seu ex-marido. Um ano após a separação, ela

convida o casal same-sex oriented para entrar em sua casa em Connecticut, onde havia vivido

com o marido durante anos, enquanto esperam Louise, a filha de nove anos, chegar da casa

de uma amiga. Bradley é quem aceita o convite, acabando com o silêncio embaraçoso. A ex-

mulher e o amante se falam pelo telefone uma vez por semana, conseguindo manter uma

relação pessoal ainda que distante. Quando Bradley é despedido, ele vai ao encontro da ex-

mulher de seu amante para revelar suas próprias dificuldades em seu relacionamento gay,

aumentando a cumplicidade entre os dois. “ ... Não posso acreditar nisso. Um ano depois de

meu marido ter me deixado, estou sentada com seu amante - um homem, uma pessoa de

quem eu gosto muito - e tentando animá-lo porque ele está desempregado. ”iv[iv]

Torna-se óbvio para o leitor que as mesmas dificuldades e queixas da ex-mulher em relação a

Milo também são compartilhadas por Bradley. Pode-se concluir que a angústia de Milo com o

casamento permanece, mesmo assumindo sua identidade gay. Ele continua sendo uma pessoa

extremamente problemática, com dificuldades em compartilhar sua vida e emoções com outra

pessoa, independente do sexo. O último fim de semana retratado no conto reúne as quatro

personagens na cidade de Nova Iorque, no mesmo apartamento em que anos atrás a

narradora havia vivido com seu marido até Louise completar dois anos de idade. Nesse fim de

semana, as relações entre ex-mulher e amante assumem proporções mais íntimas que vão

coroar na revelação culminante em que Bradley confessa seu amor por Milo.

Nesse conto sobre relações familiares norte-americanas contemporâneas, a personagem mais

interessante não é, a meu ver, a ex-mulher por sua habilidade em lidar com uma questão

extremamente dolorosa para ela - a de ter sido abandonada por seu marido por outro homem.

O mérito, na minha opinião, recai sobre Louise, a filha do casal que costura esses dois mundos

- o gay e o heterossexual. Por sua causa, a mãe se vê obrigada a se relacionar não apenas

com o ex-marido mas também com Bradley. O acordo do casal de que a criança passaria os

fins de semana com o pai e seu amante força a ex-mulher a lidar com essa situação

embaraçosa. Entretanto, a criança de nove anos, assim como as crianças na vida real, acaba

ensinando a mãe a ultrapassar o preconceito e amar as pessoas como elas são.

Louise, ao contrário de Milo, é capaz de amar e demonstrar carinho. Ela se sente

completamente à vontade com a relação gay de seu pai; ela faz o papel de anfitriã no

apartamento de Nova Iorque. Além disso, ela gosta especialmente de Bradley; ela leva plantas

para ele e preocupa-se quando ele está resfriado. A narradora, entretanto, indaga: “Eu me

pergunto o quanto ela sabe”.v[v] Pergunta extremamente ingênua e protetora, por se tratar

de uma criança dos anos 90 que frequenta uma metrópole norte-americana. Quando Milo

revela, após o brinde de champagne, que finalmente tomou a decisão de ir morar em São

Francisco, Louise, de uma forma sincera e corajosa, faz a pergunta que vem angustiando

silenciosamente tanto sua mãe como Bradley: “O que é São Francisco, afinal de contas?”

Mudar-se para essa cidade significa para Milo, aparentemente, conseguir um melhor emprego,

já que o seu em Nova Iorque está “em risco”. Tomando uma atitude tipicamente norte-

americana, Milo não hesita em sacrificar sua família e sua relação pessoal por um bom

emprego. Não obstante, devido às queixas tanto de sua ex-mulher como de seu amante, o

leitor compreende que a mudança geográfica aponta para além do trabalho. São Francisco

torna-se emblemático da dificuldade de relacionamento, de amar pouco sua filha, sua ex-

mulher e seu parceiro.

O conto de Ann Beattie deu margem à discussão de relações familiares suscitadas pela

literatura gay. Este artigo também abre espaço para outra questão cultural contemporânea - a

inevitável abordagem da AIDS, tema da literatura gay post-Stonewall, principalmente nos anos

80. Allen Barnett morreu de AIDS cerca de um ano após a publicação, em 1990, da coleção de

contos The Body and Its Dangers. “Seu conto mais importante, ‘The Times as It Know Us’

contrapõe a descrição estereotipada de gays com AIDS por parte da mídia com o

comportamento mais complicado de moradores de uma casa de Fire Island durante um fim de

semana de crise de AIDS .” vi[vi]

Durante o verão sobretudo, Fire Island torna-se um reduto gay assim como Provincetown e

Key West. Clark, o narrador do conto mencionado, alugou uma casa nessa ilha perto de Nova

Iorque junto com um amigo, Perry. O ex-amante de Clark, Samuel, havia morrido no inverno

anterior. Ele era a ligação entre Clark e Perry que também tinham em comum morte,

sexualidade e doença, já que Horst, o amante de Perry, era um PWAvii[vii]. No fim de semana

enfocado pelo conto, outros amigos gays partilhavam da casa de verão.

A contraposição acima mencionada reside exatamente na visão deturpada sobre a AIDS

veiculada pelo New York Times e, no pólo oposto, a realidade vivenciada pelos amigos gays.

Segundo o ponto de vista de Clark, a forma como os homens homoeroticamente inclinados se

retratatam, nunca coincide com a do jornal. Ao fazer trabalho voluntário falando sobre a AIDS

em grupos comunitários, o narrador vinha colecionando artigos de jornal sobre a crise, desde

quando o Times noticiou anos atrás: “Cancer raro em 41 homossexuais”. Através de suas

leituras atentas, Clark observou que o jornal passou a usar o termo gay ao invés de

homossexual, com sua conotação clínica, ao mesmo tempo que adotou Ms. no lugar de Miss.

Uma constatação pertinente através da leitura de um artigo foi a da associação da infecção do

vírus HIV com a AIDS, que determinaria uma posterior mudança de linguagem no tratamento

dessa questão.

Os gays adotaram um novo procedimento na própria leitura do jornal. Primeiramente, eles

liam o obituário; depois, as palavras cruzadas. Como a palavra AIDS era omitida, o processo a

ser utilizado era o de dedução. Através da idade, estado civil e ocupação, eles conseguiam

descobrir as vítimas da epidemia. Outra informação valiosa era a agência funerária, porque

poucas prestavam serviço a portadores do vírus HIV. Além disso, a localização da igreja onde o

culto seria realizado ajudava, visto que eles eram familiarizados com o clero gay. Ademais,

palavras tais como “cancer”, “pneumonia”, e “menigite” faziam parte do sistema de

localização. Por que essa procura incessante, pode-se perguntar? Em primeiro lugar, porque

eles estavam tentando não apenas rastrear a extensão da epidemia mas também entender

melhor as manifestações da doença. Em segundo lugar, e mais pessoal, porque tratando-se de

doença infecciosa, eles próprios poderiam estar contaminados, uma vez que muitos dos

mortos tinham sido seus ex-amantes. A previsão para 1991 era bastante perturbadora - o

mesmo número de mortos somente nesse ano equivaleria ao total de soldados mortos no

Vietnã. Cumpre mencionar que muitas dessas vítimas seriam pessoas conhecidas e,

provavelmente, ex-amantes. Curiosamente, o advento das mortes trouxe Shakespeare de

volta, citado constantemente pelos assistentes sociais: “Dê palavras à dor”. Não obstante, o

narrador enfoca a dor de maneira diferente, sob uma ótica gay: “Encontre na dor o abandono

que você encontrava no amor; sofra da forma que você costumava trepar.”viii[viii]

Uma jornalista do Times publicou um artigo sobre a AIDS, após ter entrevistado um dos donos

da casa. Entretanto, Joe, amigo de Clark, criticou esse mesmo artigo: “Não gosto da forma

como ela insinua que a morte já se tornou tão rotineira para nós, nós não sentimos mais: Paul

morreu hoje. Oh, isso é horrível; o que tem pro jantar? Por que você não pôde dizer para ela

que nós estamos aprendendo a apaziguar a dor?”ix[ix] Perry, o entrevistado, também foi

responsabilizado por outros amigos pelo teor do artigo. Apesar das críticas, o dono da casa

apresenta uma visão bastante perspicaz: “... - e eu pensei que nós éramos a melhor casa na

ilha para ilustrar como a crise havia se tornado um estilo de vida.”x[x] Pode-se considerar essa

casa de Fire Island como representante de comunidades gays.

Indiscutivelmente, a AIDS trouxe um novo estilo de vida, estilo esse vivenciado pelos

moradores da casa. Por exemplo, Horst, o amante de Perry, acordava diariamente às quatro

horas da manhã para poder, em jejum, tomar um suco de laranja com AL721, uma droga

inventada em Israel e usada no tratamento da AIDS. Por causa do barulho do liquidificador, os

outros moradores também acordavam. Esse episódio denota a alteração na rotina de vida.

Além do uso constante de camisinha, dos cuidados e limites impostos ao ato sexual, e da

própria abstinência sexual no caso dos infectados, a AIDS trouxe, acima de tudo, um

questionamento sobre a sexualidade. Apesar dos conflitos, brigas, divergências de opiniões,

crises de ciúmes e atos de egoísmo, cabe, em minha opinião, acentuar outros aspectos que

legitimizam as relações desses amigos e amantes same-sex oriented: o companheirismo, a

amizade, a compreensão e a cumplicidade fazem parte da rotina diária dos moradores da casa

de Fire Island, porque vários deles já perderam ex-amantes e/ou amigos. A preocupação

constante com a limpeza da casa e dos objetos pessoais igualmente traduz a conscientização

da doença e o pavor de transmiti-la. A deterioração não apenas do corpo mas também da

mente é retratada nesse fim de semana. No meio da crise, com lapsos de memória, Enzo

pergunta pelo amante de Clark, falecido meses atrás. Após cuidar de Enzo durante a noite, o

narrador ainda foi capaz de sentir a beleza do dia e apreciar estar vivo. Noah, um de seus

amigos, refere-se a ele como “Superman“; mas Clark não se vê assim. Para ele, o que importa

são “ ... essas conexões com os outros, com o que é humanamente possível fazer.”xi[xi]

Marcelo Secron

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

DE QUE ADIANTA SEUS CABELOS LISOS E AS IDEAS ENROLADAS DENTRO DA SUA CABEÇA

Moça de joãozinho no cabelo


Faz de conta no espelho

Faz de conta no espelho

Abre a porta e vai para o asfalto

Lisa a ponta do cabelo

Alisa a ponta do cabelo



Corre quando começa a chover

Olha só vai enrolar

O cabelo encolher



Vem ver Maria

Vem ver Maria

Joãozinho

Vem ver Maria

Vem ver Maria

De joãozinho

EU SOU UMA JABUTICABA ,RSRSRSRSRSRS.............

vc me deixa louco...............

EU GOSTO DE SEU CORPO , EU GOSTO DE  SENTIR  OS SEUS BRAÇOS APERTANDO A MINHA ALMA , EU GOSTO DE SENTIR  A SUA RESPIRAÇAO OFEGANTE PERTO DOS MEUS OUVIDOS , DE SENTIR  SEUS LABIOS  CARNUDOS  E TAÕ DELICADOS BEIJANDO  OS MEUS LABIOS , GOSTO DE SENTIR O TREMO  FIRME DE  QUANDO ME BEIJA  , E VOÇE VOLTA A BEIJA,  E VOLTA A BEIJA  E NEM  PERCEBO O TEMPO PASSAR  COM  TANTA VORACIDADE POR QUER  FICA PERTO DE VOÇE  ME DEIXA LOUCO .

SEJA LIVRES COMO ELAS

AMO BORBOLETAS  ELA REPRESENTAM A  TRASFORMAÇAO

MEU PENSAMENTO DE HOJE ....

LIBERDADE É´POUCO PRA MIN O QUE DESEJO AINDA NAO TEM NOME  , SOU MOVIDO PELA ARTE  PELO AMOR  E SEM UM BOM HOMEN NAO SAI DO LUGAR  ,PERTENÇO A TODOS OS DEUSES  E SANTOS  QUE TRASITAM NESSE  PLANO  DE LOUCOS  ONDE AS COISAS  SAO PASSADAS DESPERCEBIDAS  , NAO SOU  FILHO NEM DE DEUS  NEM DO DIABO   MINHA MAE  SE  CHAMA VALETTINA  AQUELA QUE ME  ENSINOU  A FAZER  VARIOS HOMENS GOZAR LITROS  DE PURA  SATISFAÇAO , PENSE ALTO  E OUÇA COLORIDO AS COISAS ESTAO FORA DO NOSSO ALCANCE   VAMOS PARA DE LEVAR A VIDA TAÕ A SERIO  , SOU UM DESSES  QUE NAO ME PRECUPO NEM UM SEGUNDO  O QUE VAO PENSAR DE MIN .                                                                                                             SULLIVAN ,  (POSSUIDO  POR VALETTINA).

PAGU...

Composição: R. Lee E Z. Duncan


Mexo, remexo na inquisição

Só quem já morreu na fogueira

Sabe o que é ser carvão

Hi! Hi!...



Eu sou pau prá toda obra

Deus dá asas à minha cobra

Hum! Hum!

Minha força não é bruta

Não sou freira

Nem sou puta...



Porque nem!

Toda feiticeira é corcunda

Nem!

Toda brasileira é bunda

Meu peito não é de silicone

Sou mais macho

Que muito homem

Nem!

Toda feiticeira é corcunda

Nem!

Toda brasileira é bunda

Meu peito não é de silicone

Eu sou mais macho

Que muito homem...



Ratatá! Ratatá! Ratatá!

Parapá! Parapá!

Hum! Hum!...



Sou rainha do meu tanque

Sou Pagu indignada no palanque

Hi! Hi!

Fama de porra louca

Tudo bem!

Minha mãe

É Maria Ninguém

Hi! Hi! Eh! Eh!...



Não sou atriz

Modelo, dançarina

Meu buraco é mais em cima

Porque nem!

Toda feiticeira é corcunda

Nem!

Toda brasileira é bunda

Meu peito não é de silicone

Eu sou mais macho

Que muito homem...



Nem!

Toda feiticeira é corcunda

Nem!

Toda brasileira é bunda

Meu peito não é de silicone

Sou mais macho

Que muito homem...



Ratatá! Ratatatá

Hiii! Ratatá

Parapá! Parapá!...

sábado, 31 de julho de 2010

ONDE ESTA VOCÊ?

Está escuro lá fora, a lua foge de minha vista, e somente sua voz é capaz de iluminar essa noite fria e escura, como todas as outras. Meus olhos não são capazes de deixar de vigiá-lo se quer um minuto.
Eu não quero deixar a respiração ir nesse um minuto, pois eu sei que ela não voltará. Eu estou com medo, medo de não poder mais tê-lo mesmo nunca tendo. São 00:00h, o céu está branco, coberto de nuvens, sem ao menos um relance do céu, sem ao menos algo gradiente. E mesmo assim eu ainda posso ver as nuvens se deslocando. Posso ver que a cada momento o vento as leva para um destino que nunca sabemos o qual.
O tempo está ficando louco, e essa loucura toda está pedindo por um toque seu, para que essas nuvens se movam para um destino além do nosso, além do horizonte, onde não possamos mais ver. Estou aqui, tentando matar o tempo, matá-lo para poder por um instante parar o mundo. E nesse instante eu andarei meio continente à sua procura, com o seu sorriso a mostra no tempo parado. Eu andarei e não me importo por quanto tempo hei de andar, mesmo com o coração sem batidas por reação ao tempo, mesmo sem nenhuma respiração, sem nenhuma vida dentro de mim eu andarei.

flores

O mistério das


rosas sem perfume


sullivan





Na festa do aniversário de 15 anos de uma amiga da família, a menina de 8 anos ficou fascinada pelas rosas vermelhas, enfeixadas num vaso imenso na beira da pista de dança do clube. Só as conhecia por fotografia, por filmes ou por ouvir falar. Não se conteve:



- Mãe, aquelas rosas são de verdade?



Sim, não faria sentido usar flores de plástico ou de pano numa festa de 15 anos.



- Mãe, posso tocar nas rosas?



Melhor não, pediu a mãe, lembrando que se todas as crianças presentes cedessem ao mesmo desejo, seria uma lástima para arranjo floral tão belo.



Depois que descobriu o “roseiral”, na meia-luz do salão, a menina ficou atenta para saber por que tantas rosas.



- Mãe, no final da festa, posso pegar uma rosa para mim?



No final da festa, claro que sim. A música de fita tocava baixo, acima do vozerio dos convidados que iam se acomodando nas cadeiras, dez por mesa. No palco do salão um telão repassava fotos da aniversariante. Em postes plantados na pista de dança, quatro telas de TV transmitiam as mesmas cenas para que, de qualquer lugar, os 300 convidados pudessem ver o álbum de fotos e as imagens ao vivo da festa.



As crianças corriam e dançavam sob a bola de espelhos no centro do salão. De tempos em tempos chegavam a uma mesa cheia de potes com pastilhas, confetis, jujubas, mariamoles, balas e pirulitos. Em outras mesas havia salgados e doces comuns, brigadeiro, camafeu, olho de sogra. Garçons corriam com bebidas.



De repente um locutor de voz rouca pediu atenção às últimas imagens da aniversariante, filmada como se posasse para um book de fotos. Ao apagar das luzes, subiu a música Odisséia no Espaço e a dona da festa apareceu no palco sob um facho de luz. Linda no seu vestido vermelho decotado, ombros nus, desceu à pista para dançar com o pai a valsa de Strauss.



O par mal deu algumas voltas com a filha no salão e as rosas, as rosas, as rosas começaram a entrar em cena, para alegria de quem nunca vira coisa igual. O primeiro a oferecer uma rosa à aniversariante, interrompendo a dança, foi o irmão dela. Enquanto o pai saía de cena, eles dançavam.



Em seguida, apresentaram-se os tios, os primos, os padrinhos, cada um trazendo na mão uma rosa, cujo toque mágico desfazia o par, formando outro e mais outro, até que a aniversariante ficou com a mão esquerda cheia de flores.



Quando a valsa acabou, todas as rosas voltaram para o vaso. A garotinha foi lá e pegou uma. Feliz da vida, cheirou-a e correu para a mesa dos pais.



- É rosa de verdade mesmo?!



Sim, era uma rosa graúda, de grandes pétalas vermelhas e haste forte. Uma rosa vegetal, criada em estufa. Rosa viajada. Durável. Botânica, mas quase plástica. A falta do perfume ancestral das rosáceas a tornava parecida com as camélias, as orquídeas, as violetas e todas as outras flores que não têm cheiro.



- Mas rosa não tem cheiro?



A rosa original sim, mas as rosas de estufa não.



- Por que?



Crianças de 8 anos com seus porquês merecem respostas honestas, ainda que alongadas, para que não se desiludam precocemente. Assim é que foi numa festa de 15 anos que esta menina começou a descobrir que as rosas de estufa, as rosas comerciais, as rosas industriais, as rosas artificiais não têm perfume porque as pessoas não dão às roseiras o tempo de produzir no ritmo da natureza. Aceleradas por adubos químicos, as rosas de festa são como os morangos de supermercado, que não têm gosto de morango. Assim também são outros alimentos vistosos mas sem gosto nem substâncias nutritivas – pelo contrário. Isso sem falar dos transgênicos, que rondam lavouras e invadem despensas. Por isso somos obrigados a dizer que rosas sem perfume não são rosas, são fraudes.



LEMBRETE DE OCASIÃO



A sustentabilidade do planeta exige que o ambiental preceda o econômico

ENCONTROS E DESENCONTROS

Quando eu era mais novo eu vi
O meu pai chorando maldições ao vento
Ele partiu seu próprio coração e
Eu assisti enquanto ele tentava remontá-lo
E minha mãe jurou que jamais
Se deixaria esquecer
E esse foi o dia que eu prometi
Nunca falar sobre o amor se ele não existisse
talvez eu sei em algum lugar no fundo do meu coração que o amor nunca dura
e nos temos que arranjar outros modos de segui em frente sozinhos...
e eu sempre vivi assim mantendo uma distançia confortavel...
e ate agora eu jurei pra mim mesmo q era feliz na solidão..
pq nada disso (amor) nunca valeu a pena...
mas estou a caminho de acreditar nisso.....

sullivan como me definir .....

(sou apenas um rapaz latino - americano , sem dinheiro no banco , sem     parentes  importantes e vindo do interior) talvez essas palavras  ja falam por se so  como sou   mais eu tenho muita cois apra acresenta , adoro ouvir meus  idolos  no volume maximo  ,assisti tv  pelas madrugadas , nao gosto sair da minha morada prefiro  ficar em casa  descansando minha voz  contralto  que  eu uso  para  emocionar  os amigos  que tanto amo , trasito  com muita facilidades entre  partidos politicos e religiaõ  sou conta  ao aborto porem naõ sou catolico , levanto e defendo  a bandeira do  orgulho gay  e  a favor  do casamento  entre pessoas do mesmo sexo  , seguir  o seu coraçao  e o dejeso dos seus olhos mais lembrando que um dia deus te pedira asa contas .

domingo, 25 de julho de 2010

lady extraordinaria

As vezes me pergunto da onde veio essa mulher? e um dia um amigo meu muito fã de lady gaga me comfeçou que ela vei do futuro é uma hipotese , e eu disse a ele que ela naõ vei do futuro mais que lady gaga era o futuro , como é que uma pessoa pode vir do futuro ? foi a pergunta dele , lady gaga é a personalidade que mais emfluençia hoje no mundo da musica e a prova que ela veio do futuro nada mais é o seu legado que fala por si só , a impreçaõ que ela passa que tudo o que foi ensinado nesse mundo que a gente vivi que convemçaõ social naõ de bobagem , que nimguem é simplimente nimguem e que podemos ser tudo o que quisermos ser so nos basta da a louca e fazer exatamente o que queremos sem nos preculpa dos comentarios machista, racista , homofobicos da sociedade em vivem , que o reino de lady gaga durem dois seculos ou seja eternamente viril e que a sociedade comece a se acostuma com o futuro afinal ele é lady gaga que se antacipou para nos mostra como será .

pode entra........

ola galera quero que vcs sejam bem vindo a final vcs é saõ as personalidades do meu blog onde vamos dividir comentarios sobre tudo que acontece nesse mundo comtemporaneo e cheio de excemtricidades naõ é mesmo onde as coisa estaõ louca e cada vez mais fora do nosso alcance é como ficar a beira d´agua a espera de uma hora o riacho esbarra de corre (louco isso ) risso ...... em fim vamos falar de tudo um pouco espero que vcs gostem e pricipalmente participem muito obrigado pela atencaõ